Recordo-me do passado quando minha avó materna também se fez presente na ajuda da leitura da “Cartilha Caminho Suave”. Ela tão dedicada pedia que repetisse em voz alta a leitura das palavras.
Em outra etapa, já na adolescência, meu tio padrinho e professor de matemática, biologia e ciência contribuíram de forma significativa no meu interesse pela leitura. Ele sempre enviava coleções de livros didáticos de sua área e de literatura geral. Esse acesso facilitou muito os meus estudos.
A leitura jornalística do “Estado de São Paulo” e “Folha de São Paulo” fez e faz até os dias de hoje parte da leitura diária, reflexo dos costumes dos meus pais.
Quanto às personalidades e autores citados no portal, aprecio a leitura de Rubem Alves, Danuza Leão que retratam o cotidiano com muito humor. Moacir Sciliar com seu artigo “Semeando o hábito da leitura” propôs algo que faz refletir com sabedoria: a criação de uma cultura do livro, a qual iniciaria com as famílias a dedicação à leitura. Ele também deixa claro em seu artigo que a leitura é um instrumento de progresso social tão fundamental e útil como o uso da internet. Além disso, a leitura em família cria laços afetivos como disse Moacir: ”Em se plantando tudo dá, inclusive leitores”, isso eu tenho como meta prática em sala de aula.
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